política externa brasileira

Bolsonarismo e a aliança antigênero

Hoje os papéis se inverteram: a Débora Prado veio como uma das nossas entrevistadas, junto da Lara Selis (UFU), para contar um pouco sobre o novo trabalho das duas sobre uma aliança global antigênero e o papel do Brasil e sua política externa nesse setor. Entenda mais sobre a atuação reacionária do governo brasileiro na agenda de gênero e porque ela se insere como um componente central da formulação de política externa – e não apenas como “cortina de fumaça”.

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O Brasil e ordem nuclear global

Convidamos o Carlo Patti (UFG) para compartilhar conosco um pouco da sua pesquisa sobre a história da inserção brasileira na ordem global nuclear. Entenda detalhes sobre a política externa do Brasil em relação aos programas e regimes nucleares desde o pós-Segunda Guerra e qual é o posicionamento atual do país sobre esse tema. Além disso, o Carlo também trouxe um pouco do histórico da Ucrânia em relação às armas nucleares que nos ajudam a entender o conflito em curso na região.

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30 anos de Mercosul

Numa baita aula sobre integração regional, a Karina Mariano (UNESP) traçou um panorama fundamental sobre a história e a(s) crise(s) do Mercosul. Entenda melhor o contexto de surgimento do bloco, como a política externa brasileira acompanhou a evolução da instituição, quais os problemas estruturais que estão ainda mais expostos na conjuntura atual e de que modo eles se aglutinam no Acordo EU-Mercosul.

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Autoritarismo e forças armadas no Brasil

Ninguém nunca fez questão de esconder o protagonismo dos militares no governo Bolsonaro, mas como ocorreu o fortalecimento do poder político dessa instituição desde a redemocratização? A Juliana Bigatão e a Marina Vitelli (Unifesp) vieram nos contar como as várias fragilidades do nosso processo de transição, as omissões de governos progressistas e a projeção das Forças Armadas contribuíram para o cenário atual.

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Itamaraty, neoliberalismo e neodesenvolvimentismo

Num papo que mistura política externa, teoria marxista e desenvolvimento, o Felipe Antunes de Oliveira (Queen Mary University of London) veio nos contar um pouco sobre a sua pesquisa e sua atuação na diplomacia brasileira. Falamos um pouco sobre como pensar o internacional para além do Estado e sobre os ciclos neoliberais e neodesenvolvimentistas no Brasil. Afinal, vale a pena continuar pensando na promessa do desenvolvimento?

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Diplomacia para Democracia

Conversamos com Antonio Freitas (Instituto diplomacia para democracia) sobre a gestão desastrosa de Ernesto Araújo no comando do Ministério das Relações Exteriores e sobre os desafios que o novo ministro, Carlos França, enfrentará nos próximos meses. Antonio também fala sobre o Programa Renascença, um projeto de construção coletiva de uma política externa pós-bolsonarista.

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A aliança da hidroxicloroquina

Dois amigos de longa data do Chutando a Escada, o Guilherme Casarões (FGV-SP) e o David Magalhães (PUC-SP/FAAP), vieram nos contar um pouco sobre a sua pesquisa sobre a chamada “aliança da hidroxicloroquina”. Traçando um paralelo entre Brasil e EUA, os dois pesquisadores analisam as estratégias populistas empregadas durante a pandemia por Trump e Bolsonaro…

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Ditadura, Itamaraty e Direitos Humanos

Conversamos com o João Henrique Ribeiro Roriz (UFG) e com o Matheus de Carvalho Hernandez (UFGD) sobre direitos humanos e política externa brasileira.

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IED brasileiro na África

Conversamos com Ana Elisa Saggioro Garcia (UFFRJ) sobre Investimento Externo Direto (IED) no Sul Global, com destaque para a internacionalização de grandes empresas brasileiras na África. Aperte o play e saiba como atua a Vale em países como Moçambique e Angola e como a política externa brasileira mescla-se, em muitos casos, com os interesses privados das multinacionais brasileiras no exterior.

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Populismo, extrema direita e política externa

Conversamos com Feliciano Guimarães (USP) e Irma Dutra (IRI-USP) sobre a política externa de governos populistas de extrema direita. Você advinhou, o estudo de caso é o Brasil de Jair Bolsonaro. Entenda como uma identidade conservadora estabelece concepções de papéis nacionais – anti-globalista, nacionalista e antagonista – e como esses papéis influenciam nossa política externa. Qual a diferença entre a política externa para aliados como os Estados Unidos e adversários como a China? Dê o play e descubra isso e muito mais!

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